Translate to English Translate to Spanish Translate to French Translate to German Google-Translate-Portuguese to Italian Translate to Russian Translate to Chinese Translate to Japanese

ONLINE
1




Partilhe esta Página





Total de visitas: 828034
ENTREVISTA COM VANDA MARIA JACINTO
ENTREVISTA COM VANDA MARIA JACINTO

ENTREVISTA COM VANDA MARIA JACINTO

 

 

  1. De onde você é? Quando você começou a se aventurar na literatura? Sofreu influência direta de parentes mais velhos, amigos, professores? O que aprendeu na escola o instigou a criar textos?

R.: Sou de Auriflama - São Paulo, mas moro no Rio Grande do Norte, desde o ano de 1980 - Natal e de 1983 até hoje, em Mossoró -RN;

A minha aventura na literatura como leitora, desde a mais tenra idade – e olha que já tenho 67 anos!, mas na produção literária, propriamente dita, desde 2013 – recente!

As influências mais fortes, foram da escola primária – na criação das redações, e na produção textual mais recente – de um professor da Pós-graduação.

 

  1. Você já leu muitas obras e lê frequentemente? Que gêneros (poesia, contos, crônicas, romance) e autores prefere?

R.: Leio bastante, e gosto de tudo, mas as poesias e os romances são os meus prediletos. Quanto aos autores...gosto da Cecília Meireles, da Cora Coralina, Martha Medeiros - crônicas, Mia Couto, Érico Veríssimo, José Saramago... são muitos!

 

  1. Costuma fazer um glossário com as palavras que encontra por aí (em livros, na internet, na televisão etc.) e ir ao dicionário pesquisá-las?

R.: Só quando lia Guimarães Rosa. Brincadeira à parte, faço isso sim; é importante saber e entender o que se lê. Aliás, esse é um costume lá do primário!

 

  1. Há escritores de hoje na internet (não consagrados pelo povo) que admira? Em sites, Academias de que de repente você participa etc.

R.: Muitos! Aqui em Mossoró, faço parte de uma Confraria: Café&Poesia, onde todos os autores são legais, mas destaco alguns: Antonio Francisco de Melo, Dulce Cavalcante, Antonio Raimundo Lopes de Souza, Clauder Arcanjo, Angela Rodrigues, Davi Leite, etc.

 

  1. Você costuma participar de antologias? Acha-as algo interessante? Participaria de uma se eu a lançasse?

R.: Sim, participo. Aceitaria sim o convite, acho uma forma legal e acessível, para divulgar nossas produções literárias.

 

  1. Você é membro de Academias de Letras? Aceitaria indicações para ingressar em Academias de Letras como membro?

R.: Participo da  ACJUS – Academia de Ciências Jurídicas e Sociais de Mossoró, e acabo de ser eleita para outra -AMOL – Academia Mossoroense de Letras. Aceito sim indicações. Crescemos  a partir da convivência, seja ela presencial ou virtual.

 

  1. Tem ideia de quantos textos literários já escreveu? Há quanto tempo escreve ininterruptamente?

R.: Não. Nunca contei, mas é uma ideia!

 

  1. Você tem dificuldade de escrever em prosa, em verso?

R.: Me vejo melhor nas crônicas. Para versejar, é preciso a inspiração…

 

  1. Você possui algum lugar onde publica textos virtualmente? Qual?

R.: Jornal de Fato – Espaço Jornalista Martins de Vasconcelos  e no Site, Recanto das Letras.

 

  1. Que temas prefere escrever? Prefere ficção ou o que vivencia e vê no dia a dia?

R.: A segunda opção.

 

  1. Aprecia outros tipos de arte usualmente? Frequenta museus, teatros, apresentações musicais, salões de pintura? Está envolvido com outro tipo de arte (é pintor, músico, escultor?)

R.: Aprecio sim, outros tipos de arte. Adoro teatro, museus, dança...mas não me envolvo mais de perto.

 

  1. Que retorno você espera da literatura para si mesmo no Brasil? E a nível de mundo?

R.: A literatura, antes de mais nada, deve ser prazerosa! Já esteve um tanto esquecida e, quando não, a sua apreciação/obrigatória, mas hoje percebo mais interesse por parte dos jovens. Isso é animador!

 

  1. Você acha que o brasileiro médio costuma ler? Acha que ele gosta de literatura tradicional ou só de notícias rápidas e sem profundidade?

R.: A nossa leitura de mundo é tão importante quanto a  tradicional, portanto, cada uma no seu tempo. Uma nos traz a realidade, e a outra o prazer, o sonho!

 

  1. Você costuma registrar seus textos na FBN antes de publicá-los? Sabe da importância disso?

R.: Geralmente, as minhas produções solo - duas, ou algumas coletivas, têm o registro no ISBN, o que garante a unicidade e identificação de um livro.

 

  1. Já tem livros-solo publicados? Consegue vendê-los com certa facilidade?

R.: Sim. Tenho dois – um de crônicas e outro de poesias. Aqui na nossa cidade, as vendas acontecem mais durante o período da Feira Anual do Livro. Não é fácil vender livros. Aqui e acolá, sai um.

 

  1. Já conhecia o poeta-escritor Oliveira Caruso (desculpe-me... Esta pergunta é padrão para quem participa de meus concursos literários)?

R.: Não antes de participar do concurso no ano de 2018.

 

  1. Você trabalha com literatura inclusive para aumentar sua renda ou a leva como um delicioso hobby?

R.: Um hobby. Quando efetuo uma venda, é saldo. Na maioria das vezes, presenteio.

 

  1. Você trabalha(ou) fora da literatura?

R.: Sou professora aposentada.

topo